A vida e a morte de uma estrela

Foto por Alex Andrews em Pexels.com

Alguma vez você já olhou para o céu e ficou admirando as estrelas? Estes corpos celestes possuem, no geral, milhões (ou bilhões) de anos de idade e muitos dos que vemos são, na verdade, apenas o brilho causado pela explosão destes astros em algum ponto do espaço.

Estrelas são grandes esferas de plasma mantidas por sua própria gravidade. Elas se originam de nuvens escuras de poeira cósmica e emitem luz, calor e outros tipos de radiação. Isso ocorre em razão dos processos de fusão nuclear que ocorrem em seu interior, que acabam liberando grandes quantidades de energia.

A partir do momento em que as estrelas tornam-se capazes de realizar fusões termonucleares, o seu combustível é consumido até que elas evoluam para o seu estágio final de vida. A grande maioria é composta apenas de hélio e hidrogênio. Isso acontece porque essas estrelas não têm gravidade nem temperaturas suficientemente altas para fundir elementos mais pesados.

O tempo de vida das estrelas depende da sua massa. A rapidez com a qual elas consomem o seu combustível é o que irá determinar quanto tempo a estrela manterá seu brilho. Nossa galáxia conta com sete principais tipos de estrelas, são elas: azuis; anãs amarelas (sol); anãs vermelhas; gigantes azuis; supergigantes azuis; anãs brancas; estrelas de nêutrons.

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